- Porque és tão inacessível, estrela alva? Não sentes falta dos sentimentos do mundo, para te acalentar, para te proteger?
- Porque cairia todos esses metros para sentir o calor do mundo? Estou bem neste gélido celeste, onde sou radiante e suprema.
- Isto é como um aquário de vidro, serve apenas para te aprisionar. É de solidão que são feitas suas paredes, e essa transparência é para te enganar.
- Estás errado, caro mar. Isto é poder, coisa melhor do que este calor que tens a me oferecer.
-Ora, mas de onde vem tanta arrogância?! Por acaso perdeste a capacidade de amar?
- Claro que não, sou como tu. Porém tenho outra forma de pensar. Sou dona de mim e disso me orgulho. Quando se ama, torna-se prisioneiro. Seus sentidos só percebem o que o amor permite. Além do quê, se não me apego, não sofro com os desgostos que posso ter.
- Mas assim como as alegrias, na vida também se é necessário sofrer. Agindo assim perdes o melhor da festa. Perdes a graça de viver.
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
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Ameeeei o post *-*
ResponderExcluirPrincipalmente a última parte ("- Mas assim como as alegrias, na vida também se é necessário sofrer. Agindo assim perdes o melhor da festa. Perdes a graça de viver. ")
- Gostei do seu blog; estou te seguindo, ok?
Ei querida(:
ResponderExcluirObrigada, que bom que gostou. Fico feliz.
beeijos